Resenha: Julieta – Anne Fortier


Julie Jacobs e sua irmã gêmea, Janice, nasceram em Siena, na Itália, mas desde os 3 anos foram criadas nos Estados Unidos por sua tia-avó Rose, que as adotou depois de seus pais morrerem num acidente de carro. Passados mais de 20 anos, a morte de Rose transforma completamente a vida de Julie. Enquanto sua irmã herda a casa da tia, para ela restam apenas uma carta e uma revelação surpreendente: seu verdadeiro nome é Giulietta Tolomei. A carta diz que sua mãe havia descoberto um tesouro familiar, muito antigo e misterioso. Mesmo acreditando que sua busca será infrutífera, Julie parte para Siena. Seus temores se confirmam ao ver que tudo o que sua mãe deixou foram papéis velhos – um caderno com diversos esboços de uma única escultura, uma antiga edição de Romeu e Julieta e o velho diário de um famoso pintor italiano, Maestro Ambrogio. Mas logo ela descobre que a caça ao tesouro está apenas começando. O diário conta uma história trágica: há mais de 600 anos, dois jovens amantes, Giulietta Tolomei e Romeo Marescotti, morreram vítimas do ódio irreconciliável entre os Tolomei e os Salimbeni. Desde então, uma terrível maldição persegue essas duas famílias. E, levando-se em conta a linhagem e o nome de batismo de Julie, ela provavelmente é a próxima vítima. Tentando quebrar a maldição, ela começa a explorar a cidade e a se relacionar com os sienenses. À medida que se aproxima da verdade, sua vida corre cada vez mais perigo. Instigante, repleto de romance, suspense e reviravoltas, Julieta – livro de estreia de Anne Fortier – nos leva a uma deliciosa viagem a duas Sienas: a de 1340 e a de hoje. É a história de uma lenda de mais de 600 anos que atravessou os séculos e foi imortalizada por Shakespeare. Mas é também a história de uma mulher moderna, que descobre suas origens, sua identidade e um sentimento devastador e completamente novo para ela: o amor.



Título: Julieta
Autor: Anne Fortier
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 448
Skoob
Nota: 


A primeira impressão que eu tive sobre esse livro foi que ele era muito chato e eu ia me arrepender de tê-lo pedido para a editora. Não sei porque não gostei dele a princípio, não faço ideia mesmo. Também não sei quando minha opinião mudou completamente, só sei que num instante ele havia deixado de ser o livro chato para ser um dos melhores que eu já li.
Julie Jacobs recebe o testamento de sua tia que diz que ela não vai ficar com nenhuma parte da herança e mais uma carta contando que em Siena há um tesouro de família esperando por ela. Julie então descobre várias coisas sobre seu passado, como por exemplo o fato de ser descendente da Julieta de Romeu e Julieta, e que há uma maldição sobre a família dela que apenas ela pode quebrar.
Logo no começo do livro ela conhece Eva Maria, uma Salimbeni, que fica muito feliz em contar toda a história da cidade e seus passados, explicando como suas famílias são inimigas há séculos. Esta é uma personagem que me deixou em dúvida diversas vezes. Em alguns momentos eu tinha certeza de que ela era uma das vilãs, e em outros eu tinha certeza de que não. Julie também conhece o arrogante afilhado de Eva Maria, Alessando Santini, que a princípio parece ser só um metido que não que nem saber da Julie, mas que tem muitas surpresas para nos mostrar durante a história.
Há outros personagens importantes também, um mais cativante que o outro. Como a irmã de Julie, Janice, que em algumas horas te faz querer matá-la por sua atitude, mas que em outras parece ser a melhor pessoa do mundo. Ou o Maestro Lippi, tão excêntrico e engraçado, com certeza indispensável para a história. E é claro que tem a Julie também. Achei ela uma ótima protagonista, muito real. Nos momentos em que é preciso chorar ela chora, quando é para ser durona ela é. Também tem vários outros que valem ser a pena mencionados, mas só vão fazer com que minha resenha fique enorme.
Quanto a história, surpreendente é a melhor palavra para defini-la. É preciso prestar bastante atenção, porque acontecem duas histórias paralelas: a original de Romeu e Julieta (que a autora prega ser diferente do que Shakespeare escreveu, portanto mesmo quem já leu terá várias surpresas), e a de Julie Jacobs. As duas histórias são igualmente cativantes e eu me via cada vez mais indecisa de qual eu gostava mais. O livro também é repleto de suspense e mistério, a cada página você vai descobrindo uma coisa nova e sempre que acha que descobriu todas as respostas, vê-se surpreendido novamente por algum motivo. A única coisa que me deixou levemente decepcionada foi o final, mas não vou falar nada para não dar spoilers ne haha.
A narração oscila entre primeira e terceira pessoa. Terceira nas partes de Romeu e Julieta e primeira nas partes da Julie. Achei a escrita da autora super fluida e nada cansativa, chega um momento do livro que fica impossível larga-lo. Quem gosta de Romeu e Julieta vai simplesmente amar esse livro, além de ter o romance histórico, ele tem de tudo um pouco: romance, suspense e ação. É uma mistura perfeita que torna o livro simplesmente imperdível.

Resenha: Strange Angels – Lili St. Crow



O Mundo Real é um lugar apavorante. Basta perguntar para Dru Anderson, uma órfã de 16 anos – garota durona que já acabou com sua parcela de bandidos. Ela está armada, é perigosa e está pronta para atirar primeiro e perguntar depois. Então, vai levar um tempo até que ela possa descobrir em quem confiar. Dru Anderson se acha estranha por mais tempo do que é capaz de se lembrar. Ela viaja de cidade em cidade com seu pai, caçando coisas que nos aterrorizam à noite. Era uma vida bem esquisita, mas boa – até que tudo explode em uma cidade gélida e arruinada de Dakota, quando um zumbi faminto arromba a porta da cozinha. Sozinha, aterrorizada e sem saída, Dru vai precisar de cada pedacinho de sua esperteza e treinamento para continuar viva. Seres sobrenaturais decidiram ser os caçadores – e desta vez, Dru é a presa. Chance de sobrevivência? De pouca a nenhuma. 



Título: Strange Angels
Autor: Lili St. Crow
Editora: Novo Século
Número de páginas: 288
Skoob
Nota: 

Dru Anderson perdeu a mãe quando era muito nova e cresceu com sua avó, vendo o pai em intervalos irregulares. Logo que sua avó morre, seu pai é obrigado a levá-la com ele por várias cidades dos Estados Unidos, treinando-a para matar todo o tipo de criaturas do Mundo Real. Até que seu pai é transformado em um zumbi e ela não só é obrigada a mata-lo como se vê sozinha e perseguida por monstros que ela não faz ideia do que estão atrás.
Eu comprei esse livro séculos atrás porque uma vendedora me falou que estava vendendo muito bem, nem sei porque joguei ele na prateleira e nunca li. Poucas semanas atrás eu li uma resenha dele falando que o livro era horrível, tinha vários erros ortográficos e tal, mas que valia a pena lê-lo porque o segundo volume era ótimo. E lá fui eu, sem saber no que estava me metendo.
Sério, dizer que é cheio de erros de português é o eufemismo do ano! Não só há erros ortográficos como é repleto de abreviações e eu odeio abreviações. Todo mundo releva um “tava” ao invés de “estava”, mas em qual livro TODOS os personagens falam “cê” ao invés de “você”? E não é para mostrar diferenças de cultura ou qualquer coisa assim, eles simplesmente falam assim. E tem algumas expressões e palavrões que simplesmente não são usados em livros. E não é uma ou outra vez, é em TODAS as páginas, chegando a tornar a leitura insuportável.
E nem a história salva o livro. Caçadores de criaturas não é o tema mais criativo do ano nem nada assim, mas alguns livros (como Os Instrumentos Mortais da Cassandra Clare ou Os Sete Selos da Luiza Salazar) deixam a história diferente e tal, o que não foi o caso de Strange Angels. Para ser bem sincera eu até estava achando as ideias legais — como o cachorro em chamas, as baratas radioativas e tal —, mas daí ela chegou com lobisomem… Eu até ia relevar, porque sei la, nem todo mundo é SUPER criativo, mas aí ela coloca vampiros também, o que simplesmente foi o fim do mundo para mim. E não é que eles estivessem caçando vampiros e lobisomens, alguns personagens principais são/se tornam vampiros e lobisomens! E sério, quem chama vampiros de “chupa-sangue” o livro inteiro? A revisão desse livro foi simplesmente a pior que eu já vi.

A narração também não ajuda em nada. E não é por ser em primeira pessoa — estou começando a me acostumar com isso —, mas muitas passagens são super confusas. Às vezes as personagens começam a falar em um travessão e terminam em outro, sem mais nem menos. Sem contar que eu achei o número de descrições extremamente exagerado, e olha que eu adoro descrições.
Os personagens ainda são a melhor parte. A Dru é meio durona e meio chorona também, mas dá de entender devido as situações recentes que ela teve que passar. O Graves não me agradou MUITO, mas ele é um ótimo amigo e não é um personagem tão ruim. Já o Christophe foi de longe o meu favorito. Adoro personagens sarcásticos, então provavelmente é isso. Ele não é apenas lindo de morrer, como é todo durão e mandão, é o personagem masculino que toda história precisa.
Eu sei que eu não falei praticamente nada bom desse livro e que essa foi a pior e mais indignada resenha que eu já escrevi, mas sério, não consegui achar coisas para elogiar. Eu vou sim ler o segundo livro, já que li o primeiro até o final para isso. Mas sinceramente, o segundo livro tem que ser extremamente ótimo para valer a pena a leitura do primeiro.

Batalha de Capas #3

O “Batalha de Capas” é uma coluna semanal, na qual nós pegaremos dois livros e faremos uma comparação e votação para escolher a melhor capa.
Decidi fazer esse Batalha de Capas um pouco diferente, ver como funciona e tal. Se vocês participarem, vou ver se consigo acrescentar algumas coisas, como Batalha de Personagens, etc etc, só depende de vocês e da dificuldade de fazer esses posts hahahah.
Decidi também que será dos dois livros resenhados na semana — quando eu conseguir resenhar dois livros, porque nem sempre dá tempo —, porque muitas vezes eu conseguia achar só uma ou duas capas e ficava muito pouco para fazer um post inteiro, assim vocês tem mais opções e etc.
Eu ia colocar a capa de todos os livros já lançados de amabas as coleções (principalmente porque a capa de Strange Angels é igual no Brasil e nos Estados Unidos), mas decidi deixar só os primeiros livros, então não tem muito para votar =(

Vocês vão perceber também que eu não sei liberar coisinha de votação e improvisei com o Google Docs mesmo, então se alguém souber, ficaria muito grata com algumas dicas hahah.

 Lembrando que eu já as coloco na ordem que eu prefiro.
Capa 1
Capa 2
Capa 3
Capa 4

Vocês podem votar também pelos comentários, se quiserem. E não deixem de conferir as resenhas aqui e aqui.

Desejo de Quinta #7

O “Desejo de Quinta” é uma coluna semanal, na qual eu vou pegar como base um gênero, editora ou o que for pra fazer uma pequena lista de livros ou outras coisas que eu desejo. A lista não é feita em nenhuma ordem específica.

Aproveitando a nova parceria com a editora Novo Conceito vou fazer um post com os três livros deles que eu mais quero. Quem sabe eu não os recebo logo para resenha e, com sorte, poderemos fazer sorteio deles para vocês!

Tessa Russo é mãe de duas crianças e esposa de um renomado cirurgião pediatra. Apesar dos avisos de sua mãe, Tessa recentemente abriu mão de sua carreira pra se focar na família e na busca da felicidade doméstica. Ela parece destinada a viver uma boa vida. Valerie Anderson é advogada e mãe solteira de Charlie que tem apenas 6 anos e nunca conheceu o pai. Depois de muitas decepções, ela desistiu do amor – e até mesmo das amizades – acreditando que é sempre mais seguro não ter muitas expectativas. Embora as duas mulheres vivam no mesmo subúrbio de Boston, elas tem muito pouco em comum além do amor pelos filhos. Mas numa noite, um trágico acidente faz suas vidas se encontrarem de um jeito inesperado. Em uma história alternativa e com vários pontos de vista, Emily Giffin nos emociona com um livro luminoso em que boas pessoas são pegas em circustâncias insustentáveis. Cada um sendo testado de maneiras que nunca pensaram ser possível. E cada um deles descobrindo o que realmente importa.

Esse é o único dos livros dessa lista que eu já tenho. Infelizmente ainda não pude lê-lo, mas espero faze-lo logo. Comprei esse livro porque ele estava sendo muito bem comentado uma época, li várias resenhas boas a princípio, mas algumas mais tarde me deixaram com um pouco de receio quanto a história. Como eu li “O Noivo da Minha Melhor Amiga”, que também é da Emily Giffin, estou super ansiosa para ler “Questões do Coração”.

Perversa ou inofensiva? Confiável ou hipócrita? Controlada ou insensata? A vida é sobre suas decisões e escolhas, e Natalie Sterling se orgulha de sempre fazer as melhores. Ela ignora os caras populares e babacas da escola, sempre ganha medalhas de honra e está prestes a ser a primeira estudante jovem a ser presidente do conselho estudantil em anos. Se apenas todas as outras garotas fossem tão sensíveis e fortes. Como o grupo de novatas que querem ser brinquedos dos jogadores de futebol. Ou sua melhor amiga, que tomou uma decisão idiota que quase arruinou sua vida. Mas ser sensível e forte não é fácil. Não quando uma brincadeira quase a faz ser expulsa. Não quando seus conselhos dóem mais do que ajudam. Não quando um cara que ela já deu um fora se torna o cara que ela não consegue parar de pensar. A linha entre o certo e o errado foi distorcida, e cruzá-la poderá resultar em um desastre… ou se tornar a melhor escolha que ela já imaginou fazer. 

Como alguém pode não querer ler esse livro depois de ter visto o quite perfeito que a Novo Conceito preparou e a quantidade exorbitante tanto de resenhas ótimas quanto sorteios? Ainda não acredito que tive o azar de participar de tantos deles e não ganhar nenhum! Enfim, a história parece ser muito fofa e eu li tantas resenhas positivas que estou realmente com altas expectativas para a leitura que, com sorte, poderei fazer em breve.

Foi Sussex, 2003. Quando uma bela garota loira é encontrado quase afogada em uma praia. Ela não tem memória de quem ela é ou que horrores a deixaram lá. Mas um artigo sobre ela em um jornal de Brighton faz o alarme tocar para a esteticista Dale, que mostra as fotografias de Lotte Wainright para a polícia. As meninas se encontraram enquanto trabalhavam em um navio de cruzeiro e sua amizade floresceu enquanto navegaram os mares da América do Sul, até Lotte cair sob a influência sinistra de um casal de idosos americanos. Para seu arrependimento, Dale não vê Lotte desde que deixou o navio meses atrás… mas a menina na praia – embora machucada – é realmente sua amiga de quem sentiu muita falta. A reunião só marca o início de uma onda de segredos perigosos, mentiras e pesadelos. Onde Lotte esteve? Quem é o homem que parece querer matá-la? E o que aconteceu ao bebê que ela recentemente deu a luz? Dale e Lotte devem cavar fundo e encontrar a força para lutar contra todas as probabilidades, se quiserem reconstruir sua amizade e sobreviver ao passado roubado – e mortal – de Lotte.
Dos três, esse é o livro que eu tenho menos vontade de ler. Não que eu não tenha vontade — porque eu tenho, e muita —, mas não me chamou tanta atenção quanto os outros dois. Ele me parece ser um daqueles livros que você só consegue parar na última página, quando todos os mistérios foram solucionados. Li poucas resenhas sobre ele, então não tenho como me basear muito nisso, mas as que eu li me instigaram bastante.

Resenha: Academia Knightley – Violet Haberdasher

Sinopse

Henry não é o que se pode chamar de aluno potencial para ter acesso ao conteúdo das aulas do Colégio Midsummer para Rapazes – e muito menos para ser admitido na famosa Academia Knightley. Sendo apenas um mero criado órfão desprezado pelos alunos, ninguém suspeitaria que ele viria a ser responsável pela quebra da maldição de cinco anos que assolava a Midsummer… A aprovação no exame de ingresso na Knightley, entretanto, não acabará com os obstáculos de Henry: muitas confusões, intrigas e mistérios o aguardam junto com as novidades da Academia e seus novos companheiros – Adam, Rohan e a voluntariosa Srta. Winter – desencadeando uma aventura cheia de peripécias, conspirações ideológicas e reviravoltas surpreendentes nas quais o futuro da Norlândia (e de seu próprio país) pode estar em risco.

Título Brasileiro: Academia Knightley
Título Original:
Knightley Academy
Autor(a):
Violet Haberdasher
Editora:
 iD
Número de páginas: 415
Ano: 2011
Skoob
Nota:

A Academia Knightley é uma renomada academia conhecida por transformar aristocratas em cavaleiros. Henry é um  órfão que trabalha no Colegio Midsummer e tem aulas secretas à noite com o professor Stratford, este que além de se tornar um amigo e confidente, o incentiva a participar de um teste anual para ingressar na academia.

Quebrando uma maldição de cinco anos sobre o Colégio Midsummer, Henry não só consegue passar no teste como é o primeiro plebeu da história a fazê-lo. Logo no começo do ano letivo ele fica amigo de Adam e Rohan, os outros dois plebeus aceitos na academia. Os três encontram grandes dificuldades em se enturmarem com os “riquinhos metidos”. Rohan é filho adotivo de um duque e me passou muito a impressão de querer ser aceito a qualquer custo, embora seja compreensível se levarmos em consideração a posição social que seu pai tem e como ele deve querer deixa-lo orgulhoso, isso me irritou um pouco, alem de ele ser muito certinho também. Já Adam foi de longe o meu personagem favorito, sempre soltando piadinhas fora de hora e me fazendo rir nas partes mais tensas do livro. O Henry também não deixa a desejar para um personagem principal, mas Adam conseguiu me cativar mais.

Eles logo conhecem Frankie, a filha do diretor que foi mandada a Academia por ter sido expulsa de vários colégios, ela e outra personagem que me agradou bastante. Sempre quebrando as regras, exatamente o tipo de garota que eu teria sido naquela época (pelo menos nos meus sonhos ok hahah), contrariando os costumes que todos são obrigados a seguir. Além de que ela “luta” por seus ideais, o que acho muito digno.

A trama se desenrola bem rápido, já nos obrigando a torcer por Henry nos primeiros capítulos, mas ela engaja de verdade quando os três plebeus começam a receber cartas e avisos anônimos, querendo afasta-los da academia com ameaças mortais. Achei a narrativa em terceira pessoa bem fluente, não consegui largar o livro até termina-lo. Esse é o tipo de livro em que todos os personagens te cativam e te obriga a morrer de raiva dos “bandidos” e torcer pelos mocinhos.

Me vi comparando o livro com Harry Potter algumas vezes, acho que pelo fato de se passar em um internato e ser narrado por um garoto, mas as semelhanças nem são tantas na verdade, principalmente porque Violet não inseriu nada de magia ou fantasia na obra.

O livro terá duas continuações que eu sinceramente não faço ideia de quando serão lançadas no BRasil, mas se não me engano a primeira já foi lançada nos Estados Unidos. É uma história com pouco romance, um pouco de aventura e muito suspense. Então quem curte esse tipo de livro (e creio que mesmo aqueles que não gostam muito) vai amar Academia Knightley.

Recomendo #7

Faz muito tempo que li esse livro, então não lembro muuuito bem da história, mas lembro de ter gostado bastante quando o li. É um chick-lit super divertido, teve várias partes que eu ri alto enquanto lia. São quatro amigas (eu acho) e a narração varia entre elas, sendo que cada uma tem um problema diferente, algumas de dinheiro, outras com o marido etc. O que eu lembro bem mesmo da história é que uma delas trai o marido com um homem que rouba a bolsa e jóias dela e daí as outras tem que ajuda-la a recuperar os pertences e etc. Recomendo para quem gosta de chick-lit e histórias engraçadas com um leve toque de suspense/policial.

Talking Tusday: Livros Nacionais

“Talking Tusday” é uma coluna na qual farei um texto dando minha opinião sobre algum tema, geralmente referentes a literatura.

Eu sou uma pessoa muito diferente da maioria dos brasileiros que tem essa mania chata de achar que tudo que vem do exterior é melhor. Confesso que não sou super patriota nem nada, sei que o Brasil tem suas desvantagens e tudo o mais, mas discordo de quem diz que nada que vem daqui é bom. Falando bem a verdade não sou de escutar muita música brasileira — não porque música brasileira é ruim, afinal temos muitos cantores ótimos aqui —, mas ultimamente venho me policiando para dar mais valor a tudo que for nacional.
Então, como sou completamente viciada em livros, essa foi, é claro, a primeira coisa brasileira que eu passei a apreciar. Quantas vezes vocês já leram/ouviram alguém falando “para um livro brasileiro, este aqui até que é bonzinho”? — Espero nunca ter falado isso no blog, hahahahah —. E quantas pessoas falam na maior cara de pau que não leem livros nacionais, sabe-se lá o porquê. Aposto que a justificativa da maioria delas seria “porque os norte-americanos são melhores e pronto”, poucos têm argumentos de verdade quanto a isso, mas ok.
O que eu quero dizer com esse texto, na verdade, é que muitos que dizem não ser fãs dos nossos livros, leram tão poucos — ou até nenhum — e provavelmente nem deram uma chance real para aprecia-los. É uma coisa óbvia — é só parar para pensar — que nós temos tanto potencial quanto o resto do mundo. Por que diabos um americano seria melhor escritor que qualquer brasileiro? E não adianta vir com essa de que eles tem mais cultura, porque não é bem assim. É claro que alguns escritores americanos serão melhores ou terão mais cultura, mas o mesmo acontecerá com escritores brasileiros, nós não somos uma exceção.
Essa é a minha opinião e é claro que muitos de vocês discordarão de mim, mas quem leu esse texto até aqui, vou deixar linkado aqui embaixo livros brasileiros que já resenhei e vocês deem uma olhada, tenho certeza que algum deles agradará vocês. Pesquisem também por aí outros livros que estão sendo bem comentados, garanto que se vocês pararem para ler algum deles, vão acabar se surpreendendo de verdade.
Espero que parem para pensar sobre isso e ajudem nossos escritores a crescerem cada vez mais, quem sabe um dia eles serão tão conhecidos e admirados quanto os escritores estrangeiros.
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Acho que deu para entender mais ou menos o intuito dessa nova coluna, certo? Não sei com que frequencia vou posta-la, mas espero que seja toda terça, só dependo de ideias hahaha. Então eu ficaria muito grata se vocês deixassem ideias sobre um tópico nos comentários ou até mesmo nos mandassem por e-mail (berchimeetc@hotmail.com), seria até melhor, porque assim eu saberei do que vocês querem que eu fale e etc.
Espero que tenham gostado =)
Livros nacionais resenhados aqui no blog:
  1. Para Sempre Ana – Sergio Carmach
  2. Ninguém é de Ninguém - Zibia Gasparetto (pelo espírito Lucius)
  3. Sete Selos, Os - Luiza Salazar
  4. Sete Vidas – Mônica e Monique Sperandio
  5. Setor 27 – O Segredo do Imperador - Daniel Pedrosa

Promoção de Textos: Halloween

Halloween é uma data muito especial (principalmente por ser um dia depois do meu aniversário hahah) e por isso nós decidimos colocar em prática uma ideia que tínhamos já havia algum tempo. Como nós falamos muito sobre literatura no blog, creio que muitos dos leitores não apenas adoram ler, como também gostam de escrever. Foi pensando nisso que nós tivemos a ideia de fazer uma pequena “competição de textos” entre vocês.

Vocês precisam apenas escrever um texto qualquer (narrativa, crônica, poema, o que for…) que tenha Halloween como tema e não passe de cinco páginas (fonte 12) no Word. Como nós não sabemos quantas pessoas participarão (se é que alguém participará ne), não teremos como dar uma premiação, tudo que o ganhador terá dessa vez é seu texto divulgado no blog. Se der certo, pessoas participarem e tal, nós faremos mais vezes (talvez uma vez por mês) valendo prêmios de verdade, como livros, marcadores e etc.

Regras:
1. Seguir o blog publicamente (basta clicar em “Participar deste site” ali do lado direito. Não é preciso ter um blog, só ter uma conta do google, Yahoo ou twitter)
2. Ter endereço de entrega fixo no Brasil.
3. Mandar o e-mail até o dia 31/11 às 23:59.
4. O tipo de texto pode variar (narrativa, crônica, poema, o que for…), mas o tema precisa ser necessariamente Halloween.
5. O texto não pode passar de cinco páginas no Word com a fonte 12.
6. O texto deve ser mandado no corpo da mensagem e não anexado ao e-mail.
7. Um e-mail deve ser enviado ao endereço berchimeetc@hotmail.com com o assunto “Promoção de Textos: Halloween”.
Esperamos de verdade que vocês participem, pode ser super divertido e quem sabe seu texto seja publicado haha.