Ele descobriu que o pai havia sido preso através de um programa de TV. No início, sentiu culpa e vergonha por acreditar ser filho de um criminoso. Depois, raiva e aversão. Tudo o que queria era distância.
Policial civil conhecido pelo combate ao tráfico de drogas, o pai foi acusado de venda de armas e repasse de informações sigilosas a traficantes procurados no Rio de Janeiro. Era a chamada Operação Guilhotina, que ocupou os noticiários nacionais em 2011.
Estudante de Jornalismo, o filho tinha pânico que os colegas de trabalho descobrissem sua descendência. Nunca pensou em visitar o pai na cadeia ou em telefonar para ele após sua libertação. O filho condenou o pai e, neste livro, explica o porquê.
Eu recebi um e-mail do Leonardo — muito querido btw —, perguntando-me se eu não tinha interesse em ler seu livro e resenha-lo. Embora a premissa seja muito interessante, esse não é exatamente o tipo de livro que eu gosto e tenho muitos livros de parceria pendente, então decidi que seria melhor recusar a oferta. Mas achei que seria muito legal coloca-lo na coluna dos nacionais, afinal pode ser que vocês se interessem. Leonardo é jornalista e esse livro foi publicado de forma independente, então nada mais justo do que ajuda-lo! Espero que curtam a sinopse e comprem!
Sério, vocês que têm blog e fazem posts com várias músicas: eu admiro vocês. Vocês não têm ideia da dificuldade que eu tenho pra encontrar UMA música que preste, imagina várias!! hahahah Mas enfim, eu ouvi essa música no TVZ um dia desses e me apaixonei! Depois uma amiga minha (oi, Fê) tocou no celular aqui em casa e eu fui obrigada a baixar… Agora eu já não to mais escutando tanto, mas nossa, teve uma época que eu escutava a cada 5 minutos hahah Não sei o que tem nela, mas ela é tão… boa de ouvir. Não sei. Dá uma sensação muito boa. Ta, vou parar de divagar hahahah Mas ouçam!
Btw, sou completamente contra pirataria, mas se vocês têm dificuldade pra “comprar” alguma música, esse site é ótimo, dá pra baixar com o próprio link do youtube.
Ok, o dia dos pais é só daqui 4 dias, mas por que não começar comemorando antecipadamente já? hahah Essa foi uma muito difícil de achar, então espero que vocês se divirtam. Foi TÃO difícil que acabei ficando só com 3 mesmo, e um deles ainda é o pior pai possível. Mas o que vale é a intenção, né? Mais uma vez aviso que o post contém spoilers dos respectivos livros. Não é nada demais que vá estragar a leitura, mas alguns detalhes e cenas podem ser citados.
Os 3 melhores (ou piores) pais
A última música
Seus pais são separados e você acha que odeia o seu pai, mas aí você é obrigada a passar o verão na casa de praia dele, e é então que você tem certeza que o odeia. Mas para que ser tão precipitada? Fala sério, uma casa na praia! Isso significa vários gatos sem camisa. Além de que os pais sempre são bem melhores do que a gente pensa, e o seu ainda vai ajudar a despertar o lado artístico em você. Além de ser super divertido e fofo. Sério, é impossível não chorar com ele!
O mundo está em guerra, a vida já está toda bagunçada, mas ainda tem o pequeno detalhe de que você mata as pessoas com o toque! E ai, é claro, que o melhor pai do mundo simplesmente te jogará em uma cela em um hospício. Quem gostaria de um pai melhor que esse? Para que passar os feriados com a família ou dar aquele abraço antes de dormir (convenhamos que você já não poderia fazer isso de qualquer jeito né, então não é uma grande perda mesmo…)? E não espere ligações dentro daquela cela também, é como se você nunca tivesse nascido e pronto. Ele que não espere um presente também, né… Ta aí a sua vingança hahaha
Os pais das suas amigas levam elas para pescar, ensinam elas matemática e etc, né? Pois bem, o seu é muito mais divertido! Ele não só é uma ótima companhia, como ele vai te ensinar a ser uma ladra. E não uma ladra comum que sai por aí batendo carteiras, não. Ele é tão bom no que faz você será uma ladra de elite, daquelas que rouba museus e casas de gente rica. Só não espere que ele seja muito presente, ok? Porque sejamos francos, esse não é um emprego muito… estável. Você não pode ficar sempre no mesmo lugar e às vezes é preciso fugir… Então não fique magoada se ele esquecer o seu aniversário, ok?
O Book Blogger Hop é um meme com várias perguntas (uma por semana geralmente) criado por um blog em inglês (Crazy For Books) e adaptado ao português pelas meninas do blog Murphy’s Library. Vocês podem clicar aqui para ver o oitavo post e como participar do meme.
Você deixa de ler um livro por problemas na diagramação?
Sensível e tão real a ponto de fazer você se sentir parte da família, A filha da minha mãe e eu conta a história do difícil relacionamento entre Helena e sua filha, Mariana.
A história começa quando Mariana descobre que está grávida e se dá conta de que, antes de se tornar mãe, é preciso rever seu papel como filha, tentar compreender o de Helena e, principalmente, perdoar a ambas. Inicia-se, então, uma revisão do passado – processo doloroso, mas imensamente revelador, pautado por situações comoventes, personagens complexos e pequenas verdades que contêm a história de cada um.
Título Brasileiro: A Filha da Minha Mãe e Eu
Título Original: A Filha da Minha Mãe e Eu
Autor(a): Maria Fernanda Guerreiro
Editora: Novo Conceito Número de páginas: 256 Ano: 2012 Leia o primeiro capítulo Skoob Nota:
Não sei explicar exatamente o porquê, mas resenhar esse livro não é uma tarefa fácil. Nosso começo não foi dos melhores, cheguei em certa parte e pensei “Mais um que sou obrigada a ler e não vou gostar”, mas, o que aconteceu foi o oposto. Não foi uma tarefa fácil, é verdade, demorei mais do que o de costume e em certas partes a leitura não foi exatamente prazerosa, mas por motivos que ainda vou citar nessa resenha, acho que todos — principalmente as mulheres, sem querer ser preconceituosa — deveriam ler esse livro.
A história começa quando Mariana descobre que está grávida. Mas não se engane com o primeiro capítulo, pois não ele não é com os livros que estou acostumada a ler, a história não é bonitinha e linear a partir desse momento. Já no segundo capítulo nós somos apresentados à antiga vida de Mariana, à sua infância e então a todo o amadurecimento dela e de sua família até aquele dia. Acho que foi por isso que eu não gostei a princípio, porque eu não gosto desse tipo de narrativa, eu gosto dos livros convencionais da atualidade, em que o menino conhece a menina e nós ficamos sabendo detalhes de seus passados, mas o presente é o que interessa.
Só que Maria Fernanda fez um trabalho completamente diferente. Com uma narrativa fluída em primeira pessoa e bem equilibrada, nós pouco temos que lidar com assuntos bonitos e fáceis como o romance. E acho que esse é o diferencial em sua obra. A trama não é bonitinha e cheia de floreios, pelo contrário. Assuntos como aborto, vícios e traição são fortemente abordados, geralmente apresentando os dois lados da moeda. Mas, principalmente, a obra trata sobre família e sobre conhecer a si mesmo — por isso eu acho que mulheres se identificarão mais, por ter um apelo maternal muito grande —, como o próprio título e a sinopse já deixam claro, Mariana precisa entender melhor sua mãe e a si própria.
Acho que por o livro não ser um “lugar comum” os personagens são muito reais. Como eu já disse, a maioria das situações são apresentadas de várias perspectivas — mesmo que a personagem principal narre tudo —, e por isso nós vemos os personagens como eles realmente são, com seus defeitos expostos e trabalhados. Acho que a autora fez um ótimo trabalho na construção deles.
Na minha opinião, esse é o tipo de livro que deveria ser lido duas vezes; uma quando filha e outra quando mãe. Recomendo a todos, na verdade, acho que ele apresenta muitas situações de um jeito bem simples e ao mesmo tempo bem elaborado. Não sei explicar exatamente o porquê, mas para mim esse livro não foi ótimo, mas também não foi ruim. Só que acho que ele não deveria ser classificado como bom. Talvez seja porque eu ainda não dormi, mas sinto como se ele tivesse me tocado e ao mesmo tempo não o tivesse… vai entender, né.